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| Revista Mudanças - Vol. 14 - Nº 2 | ||||||||||||
| Ficha
Técnica ISSN 0104-3269 BROCHURA 1 Edição 2006 239 pág. 21 x 28 cm R$ 22,00 |
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As Atualidades em Psicologia da saúde foram sintetizadas por Manuel Morgado Rezende e Saul Neves de Jesus, que apresentam a nova parceria entre a Universidade Metodista e a Universidade do Algarve, de Portugal. Em artigo seguinte, Psicologia da Saúde e Bem-estar, o professor Saul tece considerações sobre suas investigações sobre o bem-estar de professores. O pensamento de Winnicott é ampliado para o pai suficientemente bom no artigo O pai ‘suficientemente bom’: lgumas considerações sobre o cuidado na psicanálise winnicottiana, de Marcela Ferreira e Tânia Vaisberg. Fernanda Hoffmann, Rachel Rubin e Marisa Campio Müller apresentam reflexões sobre o papel da espiritualidade na vivência e no atendimento da pacientes com câncer de mama. Paiva e Gomes focalizam o tema de casamentos duradouros, em um estudo que empregou entrevistas psicológicas e o TAT para analisar a relação conjugal. Concluem que a manutenção do casamento apresenta maior correlação com a formação de pares complementares enquanto que no modelo mais tradicional de casamento, a ênfase era a criação dos filhos e estruturação da família, em detrimento da própria conjugalidade. Um estudo sobre depressão em crianças, realizado por Josevânia da Silva Cruz de Oliveira, Karla Carolina Silveira Ribeiro e Ludgleydson Fernandes de Araújo, foi coordenado por Maria da Penha de Lima Coutinho, da Universidade Federal da Paraíba. Ressaltaram os autores que a depressão em rianças é um problema de saúde pública, com repercussões nas áreas psicoafetiva; psicossocial; psico-cognitiva; humoral e físico-orgânica. As causas foram: psicológica; históricofactual e psicossocial; e tratamento indicado: médico, psicológico e psicossocial. A compreensão clínica da sintomatologia depressiva na infância foi, portanto, estendida para a esfera bio-psico-social. Kayoko Yamamoto e Ryad Simon avaliaram a eficácia da adaptação de pessoas com hipertensão essencial com a EDAO e com o Teste Estilocrômico. As pacientes com hipertensão mantinham-se distantes dos estímulos afetivos, com frustrações, insatisfações e conflitos afetivos, os quais contribuíam para a ineficácia adaptativa. Os resultados do Teste Estilocrômico apresentaram associação com dados afetivos e inibições, indicando a utilidade de sua aplicação em pesquisas sistematizadas sobre hipertensão essencial. Isabel Paegle e Jussára Silva fizeram um estudo sobre o funcionamento mental e o sofrimento psicológico de pacientes com anorexia nervosa. Comentam o caso clínico de uma paciente de 40 anos de idade, com o diagnóstico de anorexia nervosa pelos critérios do DSM-IV e CID-10. O diagnóstico psicológico foi realizado por: Entrevista Clínica, Teste de Atitudes Alimentares, Desenho da Figura Humana e Técnica das Relações Objetais, de Phillipson. A compreensão das dificuldades de funcionamento mental e a natureza das relações de objeto foi importante para o acompanhamento da evolução clínica em psicoterapia, permitindo maior flexibilidade do terapeuta na compreensão e manejo dos fatos clínicos psicanalíticos. Rita Gandini e Maria do Carmo Martins apresentam a validação de um questionário para avaliação dos vínculos de intimidade entre o casal. Foram realizadas a adaptação semântica e a validação fatorial do questionário Medida de vínculos íntimos, que identifica a natureza desses vínculos. Concluiu-se que o conceito de vínculos íntimos não sofrem efeitos significantes da cultura e a escala validada pode ser um instrumento psicometricamente adequado para o diagnóstico porque ponta auxiliar em intervenções e futuras pesquisas clínicas. A pré-consulta na prática assistencial hospitalar, de Ana Cláudia Barbosa e Tereza Cristina de Araújo, da UnB, é uma investigação dos fatores envolvidos na interação profissional e usuários de um hospital público do Distrito Federal. A partir da análise de entrevistas com médicos e usuários do hospital concluíram que a comunicação é percebida de modo positivo, principalmente com o uso de recursos facilitadores. Entretanto, ambos tem uma percepção negativa sobre a réconsulta e sugeriram medidas educativas planejadas para o aprimoramento das ações no ambulatório do hospital. Francisco Assumpção Jr. e Evelyn Kuczynski apresentam em inglês o artigo The Baby Alarm Distress Scale in Down syndrome: a validity study. A avaliação da reação de retração prolongada em crianças pequenas usando um instrumento padronizado leva em conta o contexto da psicopatologia da criança, bem como a fase do desenvolvimento. O questionário The Baby Alarm Distress Scale está em sua 3ª fase de validação e foi aplicado em 30 crianças de 0 a 2 anos, com síndrome de Down, recrutadas de ambulatórios localizados na região central da cidade de São Paulo. Os resultados foram comparados com outro grupo de crianças sadias, avaliadas em estudo prévio pelos mesmos autores. O teste t de Student para amostras independentes foi usado, com escores médios e desvios-padrão de 5,90 + 2,57 para crianças sadias e 11,13 + 4,58 para as portadores da síndrome de Down, com p < 0,0466, menor do que 5%, o nível de significância adotado. Concluíram que as crianças com síndrome de Down apresentaram reação de retração significativamente diferente, quando comparada ao de crianças sadias. A escala é um instrumento de diagnóstico, mas é recomendável que seja também estudada em outras populações.
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O pai 'suficientemente bom': algumas considerações sobre o cuidado na psicanálise winnicottiana Representações sociais da depressão elaboradas por crianças com sintomatologia depressiva Transtornos alimentares: funcionamento mental e sofrimento psíquico em pacientes com anorexia nervosa Inventário de vínculos íntimos entre casais – IBM: validação fatorial para amostra brasileira Pré-consulta e consulta na prática assistencial hospitalar The Baby Alarm Distress Scale in Down syndrome: a validity study |
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