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| Organizações em Contexto nº 4 | |||||||||
| Ficha
Técnica ISSN 0103-801X Livro em português BROCHURA 1ª Edição 2007 251 pág. 16 x 23 cm R$ 22,00 |
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Disse-lhe, pois Jesus: ainda um pouco de tempo estou convosco, e depois vou para aquele que me enviou. Vós me buscareis e não me achareis; e onde eu estou, vós não podeis vir.E no último, o grande dia da festa, Jesus pôs-se de pé e clamou dizendo: Se alguém tem sede venha a mim e beba. - João 7.30, 37 A China, provavelmente, irá ultrapassar a Alemanha e tornarse a segunda maior exportadora e importadora mundial, no ano de 2007, atrás dos Estados Unidos. Atualmente, a China é um dos mais importantes mercados de matérias-primas, cujo superávit deve intensificar os apelos formulados pelos Estados Unidos e pela União Européia para que o Yuan se desvalorize e haja maior abertura do mercado chinês. No Brasil, pela avaliação da CNI (Confederação Nacional da Indústria), a procura por produtos importados cresceu, como resultado não apenas pelo dólar barato, mas, também, pela recuperação do consumo doméstico, impulsionado pelo crédito consignado, por benefícios sociais e pelo aumento do salário mínimo. O comércio popular explodiu, afirma a Associação Brasileira de Exportadores de Produtos Populares; as indústrias de calçados, brinquedos e têxteis foram as que mais perderam a competitividade, devido ao câmbio e a carga tributária; o risco-país atingiu seu menor nível, caindo abaixo de 300 pontos, termômetro da confiança dos estrangeiros na capacidade de o Brasil honrar seus compromissos. Apesar do bom desempenho das exportações brasileiras, o Brasil corre o risco de ver suas vendas externas caírem. As empresas brasileiras ainda necessitam de previsibilidade econômica e garantias do estado de direito. O dólar fraco não estimula apenas as compras de mercadorias, mas aumenta, também, a procura por serviços prestados por estrangeiros. A relação das importações de bens e serviços e o PIB, no Brasil, está entre as mais baixas do mundo, sendo só de 17% ante 30% de outros países da América Latina; o Brasil é o penúltimo da lista de 84 nações. Não importa mais, porque não cresce mais. O setor privado espera resultados positivos do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) do Governo Federal, o que, realidade, não se trata de uma aceleração de crescimento, mas de uma retomada, porque esse crescimento, praticamente, inexiste. Há necessidade de aumentar a capacidade operacional dos portos, criar uma infra-estrutura de armazenamen o, realizar investimento público, principalmente, na área de energia, promover uma desoneração tributária, financiar a infraestrutura e a habitação. A Revista Organizações em contexto está atenta a este cenário, e seus artigos propõem e discutem temas relativos à governança e sustentabilidade como centro das estratégias políticas e ações as corporações nos diferentes mercados em que atuam, especialmente em nosso caso, com análises financeiras de risco, análises de competitividade e preocupações com responsabilidade social, corporativa e gestão de pessoas. Tenham todos uma boa leitura! Marly Cavalcanti APRESENTAÇÃO COMPETITIVIDADE ORGANIZACIONAL POR MEIO DOS SISTEMAS ERP: UMA ANÁLISE DOS RESULTADOS ALCANÇADOS NA FASE DA PÓS-IMPLANTAÇÃO EL RIESGO Y LAS ESTRATEGIAS EN LA EVALUACIÓN DE LOS FONDOS DE INVERSIÓN DE RENTA VARIABLE O DESEMPENHO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) E AS MUDANÇAS ORGANIZACIONAIS E INTERORGANIZACIONAIS AS RELAÇÕES DE TRABALHO NO BRASIL PÓS-1978: O IMPACTO DAS MUDANÇAS NA SOCIEDADE INTELIGÊNCIA ESTRATÉGICA ANTECIPATIVA E COLETIVA PARA TOMADA DE DECISÃO O SETOR EDITORIAL: UMA ANÁLISE DA PRODUÇÃO ESPECIALIZADA E AS TRANSFORMAÇÕES IMPOSTAS POR ADQUIRENTES INTERNACIONAIS DE ORGANIZAÇÕES BRASILEIRAS NOS ANOS RECENTES EDUCAÇÃO EMPREENDEDORA E INSERÇÃO PROFISSIONAL: O PERFIL DOS ALUNOS DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR CAUSAS DA MORTALIDADE DE MICROS E PEQUENAS EMPRESAS: O CASO DAS LOJAS DE UM SHOPPING CENTER ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL E EMPREENDEDORISMO AUDITORIA FISCAL PREVIDENCIÁRIA EM AMBIENTE SAP RESENHA BIBLIOGRÁFICA |
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